Expostos em cima e Expostos embaixo. Imagens tão diferentes.
Junto com um, outro corpo, díspar dos que estavam em pé, desce a nível de equivalência.
Embaixo estavam os dois corpos em ações equivalentes.
Tímido, apenas um abria contato visual. O outro dava contato para aqueles que estavam em pé.
A beleza estaria naquilo, às vezes, longínquo a menos de um metro.
Sem o olhar esperado, só mantinha a progressão mental do que poderia acontecer.
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domingo, 25 de agosto de 2013
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
Altivez covarde
Acordou como se não houvesse dormido.
O peso do cabelo molhado prendia o resto do corpo na cama.
Altivez estúpida(covarde).
Corpo presente e dormente. Dormente não pela consequência do que está a sua volta, mas por aquilo que deveria(queria) se sujeitar.
A trajetória riscada, para fazer aquilo desejável já havia sido maior do que este dia em que o cabelo fazia peso sob o corpo.
Era um querer diferente, que tudo fosse regido sem o maestro.
Algo não deveria acabar, mas tinha que.
A noite, que era de um jeito deveria, há muito tempo, ser de outro. Daquele jeito leve e altivo, mas era covarde... Autoreprimida estava uma fala aqui e outra mão ali.
O peso do cabelo molhado prendia o resto do corpo na cama.
Altivez estúpida(covarde).
Corpo presente e dormente. Dormente não pela consequência do que está a sua volta, mas por aquilo que deveria(queria) se sujeitar.
A trajetória riscada, para fazer aquilo desejável já havia sido maior do que este dia em que o cabelo fazia peso sob o corpo.
Era um querer diferente, que tudo fosse regido sem o maestro.
Algo não deveria acabar, mas tinha que.
A noite, que era de um jeito deveria, há muito tempo, ser de outro. Daquele jeito leve e altivo, mas era covarde... Autoreprimida estava uma fala aqui e outra mão ali.
segunda-feira, 22 de julho de 2013
(In) constante
Deitou-se esperando ser examinado.
Olhos que sondavam não passavam daqueles contidos e maliciosos.
Movia-se através de gestos (intrinsecamente reconhecidos) repetitivamente hedonistas, embora não esperasse que algum contato fosse feito.
Prendeu a respiração como se as mãos examinadoras fossem chegar mais perto.
Nada...
Soltou...
Não fazia questão que fosse algo maior que aqueles seus movimentos.
A (in) constante respiração duraria o tempo que desejasse.
O que mais poderia durar este tanto tempo que imaginara?
Nada...
A não ser que o contato fosse feito...
Os olhos que passeavam não esperavam ser forçados para o contato, já que seu exame iria tão longe quanto o tempo que a respiração (in) constante durasse.
Em oculto e comum acordo as duas partes podiam adiar o que quisessem pela eternidade do tempo que durasse.
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