Minha amiga há anos...
Não quero saber do quão clichê eu possa estar parecendo num post deste tipo. Apenas gostaria de homenageá-la da maneira mais tangível perto do que é um abraço e um beijo.
Nunca tive dúvida de nosso amor de amigas... eu sempre tive certeza que SEMPRE nos amamos, mesmo à distância!
Sabemos, exatamente, uma na outra o que existe de melhor e o que existe de pior. Não diria que o amor é amar o pacote todo, como dizem por ai... Eu diria que o amor é saber identificar que existem estes desencontros e nem ligar para eles. Entender que a partir disso podemos tirar as melhores coisas uma para outra... Aprender com os erros uma da outra, dar o melhor de si para compreendermo-nos cada vez, surpreendentemente, mais!
Sabe... Às vezes penso no que o futuro nos preserva e fico atenta a quando ele nos fará ficar mais próximas, pois sinto,profunda, falta sua. Saudade que dói e que até faz chorar... Só a gente sabe o que já passamos e ajudamos a outra a superar! Só a gente.
Eu sempre desejo aquele momento em que nossas vidas se estabilizem e que fiquemos confortáveis 100% com ela. Espero aquele momento que possamos nos receber uma na casa da outra para almoçar,sair mais vezes para tomar umas, jogar conversa fora, sem saber o que vem por ai, na calçada de um bar qualquer. Espero sempre que tenhamos nossos momentos "gays"(como este), pois são neles que sentimos mais nós mesmas. São neles que nos mostramos de verdade!
Desejo sempre vê-la feliz , pois pode ter certeza... Para mim, ver minha amiga sorrir, é confirmar todas as vezes o quanto sou amiga dela só por vê-la sorrindo mais uma vez e amar. Aquele riso de criança e brincalhão... Aquela gargalhada que não está nem ai para o que os outros vão achar de sua altura! Ahhhh, eu adoro!! haha. Mesmo quando não captei a ideia inteira do motivo da risada eu acabo caindo na mesma gargalhada só por ouvir e ver a dela!
Adoro a maneira como sabemos as características, específicas, uma da outra e de como nos respeitamos como pessoas. Adoro passar um tempo com você e dizer, segurando suas mãos, o quanto minha amiga é importante pra mim. Mais do que isso... segurar suas mãos e enquanto digo o tamanho de sua importância, na minha cabeça estar passando: "E nada e nem ninguém mudará isso".
Não importa a nossa distância... sei que sempre estaremos conectadas.
Que sempre fiquemos perto uma da outra a cada primavera desta sua!
Te amo, minha amiga!
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
quinta-feira, 31 de outubro de 2013
Um retrato sob o olhar de Lucian Freud
Lucian era neto do alemão Sigmund Freud, filho do arquiteto Ernest Ludwig Freud e Lucie Brasch. Teve irmãos que também deixaram seu legado na sociedade, como na literatura e política. Seu pai veio fugido, para Londres, por causa do movimento antissemitista nazista.
Estudou na Central School of Art,em Londres e na Universidade londrina GoldSmith. Mais tarde teve de ir para o exército, servir como marinheiro, no entanto logo saiu por motivos invalidez.
Na volta teve a sua primeira exposição na Lefreve Galerie, em 1944. Fez alguma viagens mais tarde, mas acabou se fixando em Londres definitivamente.
Lucian Freud tem um jeito muito peculiar de retratar. Faz parte de um mistério saber como ele enxerga cada pessoa. Seus retratos não são comuns (não são comuns se tratando da técnica e não são comuns se tratando da sua poética).
Usava uma técnica chamada água-escura. O que dá ainda mais particularidade ao seu trabalho.
Ele retrata as pessoas, ao seu modo de ver, não simplesmente como são fisicamente ou como elas mesmas gostariam de ser retratadas. Lucian é famoso por considerar a sua própria interpretação de cada uma delas em suas representações. Alguns de seus traços ele deixava mais forte, em outros quadros os olhos maiores, em outros dava importância àquilo ou aquilo-outro. Tudo para mostrar, a realidade que ele entendia sobre cada pessoa.
Por parte de seus modelos sempre vinha algum tipo de observação, sobre o modo de LF retratar: “Ele sempre chegava muito perto para observar cada detalhe do rosto”. Seus modelos, numa ocasião dessas, sempre ficavam tensos. Não pra menos! Os rostos dos desenhos sempre tinham uma aparência inquieta e assustada.
Casou-se cedo e teve duas esposas. De quem fez retratos e nunca faltou inspiração. Sua primeira esposa reclamava de sua maneira de retratar. Dizia que não era verídica! No entanto o sucesso de Freud se deu exatamente por essa maneira latente e diferente de representar alguém.
Um retrato: aquilo que, teoricamente ou por julgamento de outras pessoas, deve representar com eficiência a aparência e até mesmo a personalidade (mesmo que superficialmente) do retratado. Só que no caso de Freud ele colocava uma boa dose de si mesmo nesta representação do outro. Suas pinceladas eram fortes, quando havia tela e tinta óleo. Pintava mulheres e homens nas mais variadas posições. Os recebia em seu ateliê e lá eles voltavam por muitas vezes, pois Lucian era um detalhista meticuloso. Não ousava assinar um quadro enquanto não estivesse completo em sua riqueza de minucias.
Atualmente está rolando, no Masp um expo de Lucian Freud: “Corpos e Rostos”. A exposição está muito boa e vale a pena ser vista. Vai de 28 de junho de 2013 a 02 de fevereiro de 2014. Nesta visita vemos fotos de Lucian, por David Dawson. Um fotógrafo bem conceituado, que buscava mostrar toda a dramaticidade do trabalho de Freud.
Publicado também em:
http://aodcnoticias.blogspot.com.br/2013/10/um-retrato-sob-o-olhar-de-lucian-freud.html
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
domingo, 25 de agosto de 2013
Expostos próximos
Expostos em cima e Expostos embaixo. Imagens tão diferentes.
Junto com um, outro corpo, díspar dos que estavam em pé, desce a nível de equivalência.
Embaixo estavam os dois corpos em ações equivalentes.
Tímido, apenas um abria contato visual. O outro dava contato para aqueles que estavam em pé.
A beleza estaria naquilo, às vezes, longínquo a menos de um metro.
Sem o olhar esperado, só mantinha a progressão mental do que poderia acontecer.
Junto com um, outro corpo, díspar dos que estavam em pé, desce a nível de equivalência.
Embaixo estavam os dois corpos em ações equivalentes.
Tímido, apenas um abria contato visual. O outro dava contato para aqueles que estavam em pé.
A beleza estaria naquilo, às vezes, longínquo a menos de um metro.
Sem o olhar esperado, só mantinha a progressão mental do que poderia acontecer.
Percebi que sonhei...
quando aquilo que me mantinha acordada,
pensei não ter ouvido
e apareceu no meu sonho.
pensei não ter ouvido
e apareceu no meu sonho.
ligue para nada
Nao ligue para nada..
Apemnasd e estude estude estude estude estude esstude
Vem raiva
trizeza
desarmonia
solidão
jovialidades
ódio
deescrença
tédio
bonitezas
inveja
terror
medo
asco
repulsa
alegria
tempero
cheiro
Não ligue pra nada,....
Engana-se
Estudo estude esstude estude...
não descanse e estude estude estude..,,.
Apemnasd e estude estude estude estude estude esstude
Vem raiva
trizeza
desarmonia
solidão
jovialidades
ódio
deescrença
tédio
bonitezas
inveja
terror
medo
asco
repulsa
alegria
tempero
cheiro
Não ligue pra nada,....
Engana-se
Estudo estude esstude estude...
não descanse e estude estude estude..,,.
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
Tic, Tic, TIC...
Falava como se fosse alguém ítalo-brasileiro. Mãos se levantavam, olhava para cima, gritava e girava em si mesma.
Um anel grande que, aparentemente, se abre e fecha, como um relicário, estava em seu dedo e batia, freneticamente, uma parte na outra, assim como um lábio dela no outro, na medida que o corpo todo mexia.
Tic, Tic, Tic...Fazia o anel.
Num súbito fez com a mão de anel a imitação da maçã de Newton caindo sobre a própria testa.
Estranho o "TIC", imprevisivel, se fazer ouvir. Na verdade o som que deveria se ouvir da ponta dos dedos na cabeça era nenhum.
Tic, Tic, Tic...Fazia (sempre) o anel.
Um anel grande que, aparentemente, se abre e fecha, como um relicário, estava em seu dedo e batia, freneticamente, uma parte na outra, assim como um lábio dela no outro, na medida que o corpo todo mexia.
Tic, Tic, Tic...Fazia o anel.
Num súbito fez com a mão de anel a imitação da maçã de Newton caindo sobre a própria testa.
Estranho o "TIC", imprevisivel, se fazer ouvir. Na verdade o som que deveria se ouvir da ponta dos dedos na cabeça era nenhum.
Tic, Tic, Tic...Fazia (sempre) o anel.
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