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quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Poético e Visual

Duas palavras que, se colocadas juntas, podem expressar clichês eloquentes.
Qualquer pessoa que se meta a escrever algo pela primeira vez cairia neste velho clichê de adicionar essas duas palavras. Não que seja alvo de críticas, pois isso vem da disposição de cada escritor. 
As palavras “poético” e “visual” são daqueles tipos que podemos colocar como título de um texto, usar como um critério de avaliação ou mesmo um embasamento para crítica de algo que está sendo recitado, cantado... Falado numa conversa de bar.
Se pensadas de formas separadas devem ter tanto sentido quanto qualquer outra palavra adornada, que expresse a mesma coisa. Suas simplicidades, um tanto explícitas, acabam se tornando, aparentemente, batidas ou banais. Mas se as duas palavras se tornarem um critério, por exemplo, teremos certeza, pela frente, de um belo e estruturado texto.
Poético, se trata daquilo que dá o tom na prosa, poesia... Em qualquer período ou gênero literário. Trato da poética, como aquele elemento que chama a escrever e ler, que não necessariamente tenha, mas que também tenha aquele algo visual.
Visual, como a descrição do “cabelo solto e olhos ávidos da menina”. A descrição que dá a “viveza”, inanimada ou não, aos personagens e coisas que estruturam a história.
Não são donos de, irrefutavelmente, lindas descrições aqueles que se dizem escrever melhor ou que são autores consagrados ou não, são donos de boas descrições aqueles que fazem uso de seus próprios juízos e formas. Aquele que tem sua própria linguagem, mesmo a maioria destes sendo bons autores.
Não são palavras para serem levadas como aquelas ditas por todos. Sim um todo que deve saber como dizê-las, usá-las.
Não sou nem de longe uma formanda em literatura ou letras. Neste texto, exclusivamente, minha poética foi esta. De escrever minha visão/opinião sobre um assunto, por mim, considerado importante.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Design Sustentável e para todos

Um assunto até pouco tempo não discutido. Qual o papel do design na sociedade?

A maioria que ouve falar do design lembra daquela pessoa sentada em frente um computador, parecendo ele um hipster, um geek, ou um nerd programador. Todos por trás de um óculos Ray-Ban e seus tênis Vans... Não importa qual deles, mas sempre se dá uma pré-identidade para esta profissão (que até então ainda não é formalizada, mas isso rende um outro texto).

Falo do designer para conseguir falar do próprio design, pois não há como falar de um design diferente se não desmistificarmos algumas coisas. O design não é só isso!

Alguns pensam no design como uma profissão mais egocêntrica, onde todos estão condicionados em seus macs e Iphones, trabalhando numa agencia de publicidade ou num mega escritório de design.




Mas isso vem mudando. Estes designers vêm se juntando com artesãos. Aqueles de origens modestas e que quando pensamos neles as primeiras imagens que vem a cabeça são as daquelas senhoras nordestinas de uma humildade bela e frutuosa.

É claro que ainda estamos começando a dar os primeiro passos nesta área, mas ela já é muito bem vista e está sendo uma aposta forte em muitas empresas. Está ganhando grandes espaços e entrando em lugares bem procurados. É o chamado “Design sustentável”!

Aquele que ,em partes, é para todos. Para todos e em múltiplos sentidos: Preservando o bem estar das próximas gerações e incluindo pessoas mais modestas neste tipo de trabalho.

Com o uso de materiais reutilizáveis e recicláveis, dando espaço para novas artes, colocando tipos diferentes de pessoas no ramo e fazendo daquilo que pensávamos não ter mais jeito se tornar em algo que pode ser levado como uma peça de exposição.

Este é o design alternativo que transforma a vida de um artesão ou de uma costureira. Aliás... designers e artesãos nunca combinaram tanto quanto nos últimos tempos.

Além da preocupação com o meio ambiente e com as próximas vidas na terra esse novo empreendimento trás para qualquer um que saiba usar a criatividade, um novo olhar. Um olhar todo bordado e feito de panos reutilizados. De mãos com calos e mãos com esmalte, de costumes, tradições e valores diferentes, que crescem e podem se interdepender de maneira sutil e gerando bons ciclos se se tratando daquele rentável.

Esse design sustentável que tanto vem fazendo parte dos dias de hoje é aquele aproximador de classes e de ideias, prometendo um ótimo futuro a curto e longo prazo!


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