segunda-feira, 8 de julho de 2013
Se atrai.
A ansiedade com que passa os olhos pela página impede que respire ou pense.
Os olhos distraídos ardem através dos vidros que ,desesperadamente, pedem para que o conhecido os apareça: o irrefutável. Uma atração.
Para!
Agora o corpo espera. O coração desacelera. Desliga-se de tudo que o mantém em contato com mundos subversivos ou mesmo não aparentes.
Na esperança que fique tudo equilibrado, mesmo sabendo que sua espera é tão forte como quando acredita que em São Paulo existe clima ameno, se atrai com uma coincidência ascendente.
domingo, 7 de julho de 2013
Uma noite dessas
Chosing a life aos ouvidos. Eu nao queria ser vista e tudo o que eu queria sentir era o chão sob os meus pés. Ali o chão escorria sob e entre os os meus dedos. Tudo que estivesse havendo dentro do meu corpo era menos importante que aquilo que eu pisava. Anestesiados deveriam ficar os meus pensamentos.
Cada pedra, elevação,buraco e falta de planeza fazia lembrar da existência do meu corpo, mesmo nao querendo que isso acontecesse.
A dor eu queria que fosse passada para mim. Eu não pediria que dividissem a dor, mesmo porque eu nao deixaria, no entanto eu queria pelo menos que a pedissem a mim.
Não é falta. É incerteza.
terça-feira, 2 de julho de 2013
Coisas
A boca macia e o som que fazia, algo além do esperado.
Um dos corpos... andante e criativo, não espera.
segunda-feira, 1 de julho de 2013
A única coisa.
A única coisa que senti foi algo dentro de mim pesar. Algo que me puxava para perto do feto.
Pesava, mas(mais) batia. Batia pesado.Cada batida convencia o corpo a deitar.
Num momento algo estava sobre o corpo.
A indecisão e o conflito... Algo deveria ser resolvido?
Sendo resolvido nada mais pesaria sob ou sobre mim.
Nada estava resolvido. Ainda pesava.























